
Antes de questionar a modernidade e a tecnologia, Jacques Tati escarneia-a de uma forma delicada e doce.
Sr Hulot está de volta. E vai visitar a irmã, o cunhado e o sobrinho em sua casa high-tech super-higienica.
E aí que tá a graça; o conflito entre o sujo e desajeitado Sr Hulot e o mundo super-higiênico da casa high-tech.
O filme mostra uma série de dicotomias urbanas hilárias.
Talvez Jacques Tati realmente acreditasse que a humanidade estava fadada ao sedentarismo que a tecnologia traria consigo. E seu universo puramente estético, superficial e impessoal.
Gosto muito da fonte que liga-se toda vez que uma visita aleatoria chega. Gosto muito do armário psicopata da cozinha.
Enfim, gosto desse filme e de seu humor aparentemente singelo.

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