"Mas a resposta só poderia decepcionar: Godard conclui, regularmente, ou pontua todas as tentativas teóricas que não querem permanecer no cinema clássica, e a razão, confessada ou não, é sempre a mesma: ele encarna, a um só tempo, a herança e sua consciência, a memória de uma história do cinema e sua colocação em jogo, ele é o 'padrão' que os jovens cineastas e os críticos escolhem, ou contra quem eles se levantam - dá no mesmo: ele é um dos últimos dessa geração que quis, e por todos os lados, fazer do cinema uma arte."
disse Jacques Aumont.
"Realizar um cinema cada vez mais cinematográfico - essa é a insolência de Godard."
disse Rogério Sganzerla
"O cinema não é uma estação. O cinema é o trem."
disse o próprio.
8.7.06
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2 comentários:
como já dizia o orkut, in GODard we trust.
Um trem, como nos irmãos Lumière.
Não pude deixar de pensar nisso.
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