21.6.06

O cozinheiro, o ladrão, a mulher e seu amante


Há quem diga que Peter Greenaway é um cineasta que segue modinhas.
Não sei se concordo.

O fato é que vi poucos filmes dele e ou eles me incomodaram e fizeram dormir (A última Tempestade) ou eles me fizeram surtar completamente (O livro de cabeceira).

Então, estranhamente, ele acabou se tornando um dos cineastas parametros do que eu gostaria de ser e do que eu gostaria de não ser.
O que não se pode negar é que ele tem uma estética refinada e formas narrativas absolutamente complexas. Não acho que ele seja revolucionário, nem nada do tipo. Só acho que ele foi esperto com o que o cinema e a literatura, sei lá, suas influencias em geral, lhe oferenceram.

Mas a sacada dele foi conquistar a academia com um papo pós-moderno desconstruído.


CONTINUA

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